sexta-feira, 19 de junho de 2015

Just-in-time Logística: Existem três tipos de manutenção

Existem três tipos de manutenção:
1. Manutenção corretiva, Como o próprio nome diz, esse tipo de manutenção ocorre no momento de uma quebra ou de uma falha. Na nossa casa, acontece quando o televisor apresenta um defeito e nós chamamos um técnico. Nos automóveis, só trocamos as lâmpadas dos faróis quando elas se queimam.
2. Manutenção preventiva, É feita antes de o equipamento apresentar defeito.
Visa eliminar ou reduzir a probabilidade de paradas nos equipamentos. É o que se faz nos aviões, ou o que fazemos quando trocamos o óleo do automóvel.
3. Manutenção preditiva, É feita antes da parada do equipamento, quando este sinaliza um possível problema. Quando começa a aparecer uma vibração anormal no equipamento é sinal de que algum problema poderá aparecer. Quando o pneu do automóvel faz o volante vibrar, percebemos que algo não está normal.
Fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Ele é subdividido em

Ele é subdividido em:
• Kanban de transporte – avisa o estágio anterior que os materiais já podem ser retirados.
• Kanban de produção – sinaliza que um item pode começar a ser produzido para estoque ou para ser enviado aos estágios seguintes.
• Kanban de fornecedor – sinaliza um fornecedor que é necessário enviar material ou componente para um estágio na produção.
O principal objetivo da produção JIT é atender a demanda instantaneamente, com qualidade e sem desperdícios, e sua justificativa central é que os baixos níveis de estoque por ele gerados economizam investimentos e geram um impacto significativo na habilidade da produção em aprimorar sua própria eficiência. O sistema JIT trabalha, também, em perfeita sintonia como MRP I e II.
fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Fornecimento JIT

Fornecimento JIT:
 Os fornecedores (terceirizados) serão partes integrantes do JIT. Deverão disponibilizar seus produtos no exato momento em que forem necessários, no exato significado da parceria.
O Planejamento e controle JIT envolve uma técnica conhecida como kanban. Essa palavra japonesa significa cartão ou sinal. É um método que controla a transferência de materiais de um estágio para outro na produção. Em uma forma simples e voltando ao exemplo dos nossos estágios do início da aula, quando o estágio B (cliente do estágio A) precisa de materiais para processar, ele sinaliza com cartões. Diferentes cores podem representar diferentes níveis de urgência ou produtos.

Just-in-time Logística: JIT

TÉCNICAS JIT:
A força motriz do JIT é seu conjunto de técnicas que representam os meios para evitar desperdícios. Resumidamente, são elas:
Práticas básicas de trabalho:
Preparação básica para a organização e seus funcionários, conforme esquema a seguir.
Projeto para manufatura:
O aprimoramento dos projetos pode reduzir, drasticamente, os custos de produção, isto é, os projetos devem considerar não só o produto, mas o processo de fabricação.
Foco na operação:
 A simplicidade, a repetição e a experiência trazem a competência.
Máquinas simples e pequenas:
Várias máquinas pequenas no lugar de uma única grande. Isso gera também flexibilidade e tira a dependência total da máquina grande.
Arranjo físico e fluxos:
 Já vimos na aula número 5. Posicionar os postos de trabalho próximos uns aos outros e na seqüência das operações. Racionalidade das operações de movimentação e bom senso.
Manutenção produtiva total (TPM):
 Eliminação da variabilidade em processos, causadas por falhas ou quebras. Envolvimento de todos os funcionários no zelo e manutenção dos equipamentos, máquinas e ferramentas utilizadas no processo de produção. (Ver adendo sobre manutenção no final dessa aula.)
Redução dos tempos:
 A troca dos itens a serem fabricados deve ser a mais barata possível, em relação a tempo e alterações nos equipamentos envolvidos. Compare o tempo que levamos para trocar um pneu de carro com o tempo que leva uma equipe Fórmula 1. O projeto dos dispositivos envolvidos na troca na Fórmula 1 foi desenvolvido com o foco na operação.
Envolvimento total das pessoas:
Os funcionários devem ser treinados, capacitados e motivados a assumirem total responsabilidade sob todos os aspectos de seu trabalho. Eles poderão se envolver na seleção de novos funcionários, na negociação com os fornecedores e clientes, na avaliação do desempenho das equipes e melhorias, no planejamento e revisão dos trabalhos e na elaboração do orçamento das melhorias.
Visibilidade:
Os funcionários devem ser informados, explicitamente, dos projetos de melhoria da qualidade, novos processos, produtos, operações etc. As medidas de visibilidade poderão envolver:
• Painéis, exibindo as melhorias de desempenho nos locais de trabalho.
• Sinais luminosos e sonoros de alerta.
• Gráficos de desempenho.
• Locais onde são expostos produtos dos concorrentes e produtos próprios com seus defeitos, quando existirem.
Fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Aprimoramento contínuo


A palavra japonesa para aprimoramento contínuo é kaizen. As empresas estabelecem metas cada vez mais ambiciosas no que diz respeito a resultados qualitativos, impedindo a acomodação dos funcionários na busca dos objetivos ideais da organização.
fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Envolvimento de todos


Visto como um “sistema total”, a filosofia JIT define diretrizes que envolvem todos os funcionários e processos na organização. Passa a ser uma cultura organizacional voltada para a “Qualidade Total”.
fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Eliminação de desperdícios


Desperdício pode ser qualquer atividade que não agrega valor na produção. Na Toyota, foram observados sete tipos de desperdícios:
1. Superprodução. Não produzir além do necessário, isto é, produzir somente no momento certo.
2. Tempo de espera. A diminuição desses tempos reduz estoques e manuseios que representam custos significativos.
3. Transporte. Os transportes representam, também, manuseio e estoque em trânsito, duas formas de custo que não agregam valor.
4. Processo. Projetos imperfeitos podem gerar operações desnecessárias.
5. Estoques. Representam altos custos e somente são eliminados se detectadas suas causas.
6. Movimentação. Assim como os transportes, pode gerar manuseio e estoque em trânsito.
7. Produtos defeituosos. Refugos, sucatas e re-trabalhos são falhas na qualidade simplesmente inaceitáveis no JIT.
Fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística: Uma filosofia de produção


O JIT é uma expressão ocidental para uma série de técnicas desenvolvidas pelos japoneses com o intuito de fazer bem as tarefas, fazer cada vez melhor e eliminar todos os desperdícios em cada passo do processo. Surgiu no Japão, na Toyota Motor Company, durante a crise do petróleo, no início dos anos 70, quando a filosofia era “dê importância a cada grão de arroz”, criada em um país super povoado e com escassez de recursos.
Fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

Just-in-time Logística

Em seu conceito mais simplista, just-in-time significa produzir, com qualidade, bens e serviços, exatamente no momento em que são necessários, não gerando estoques causados pela produção antes do momento certo e nem atrasos, para não comprometer os prazos de entrega e a imagem da empresa. “O JIT visa atender à demanda instantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios”(1991).
Outros vários termos são empregados para descrever o JIT: manufatura enxuta, manufatura de fluxo contínuo, produção sem estoques etc. O fato é que a implantação do JIT nas empresas não se limita só à área da produção. Ele altera os padrões tradicionais da produção, necessitando do envolvimento de todos os agentes e departamentos da empresa.
No modelo tradicional de produção, cada estágio do processo produtivo envia os componentes que produz para um estoque, o que isola esse estágio do seguinte. Normalmente, isso ocorre porque os ritmos de produção de cada estágio não são exatamente os mesmos, fazendo com que o processo todo não tenha um único ciclo.
Não é incomum que alguns setores da produção trabalhem dois turnos para alimentar um outro setor que trabalha em turno único. Isso, logicamente, implica estoques diários e constantes. Abaixo seguem dois esquemas que apresentam as diferenças entre a abordagem JIT e a tradicional.
A principal diferença entre esses dois processos é que, no modelo tradicional, um problema que interrompe a produção no estágio A tem seu efeito amortecido pelo estoque a sua frente. Na abordagem JIT, um problema no estágio A, que cause a parada da produção, será sentido, de imediato, no estágio B e muito rapidamente no estágio C. Dessa forma, as linhas de produção têm que passar por manutenções preventivas constantemente. (Ver adendo sobre manutenção no final desta aula.).
A abordagem JIT requer alto desempenho de todos os elementos e componentes da produção e da empresa.
- A qualidade deve ser alta. Problemas na produção causados por erros reduzem o fluxo de materiais e a confiabilidade interna, além de gerar estoques, caso esses erros reduzam a produtividade ou o ritmo dos trabalhos.

    - A velocidade do fluxo de material deve ser alta, pois os lead times (período de tempo desde o pedido do cliente até a data da entrega do produto) são curtos devido à eliminação dos estoques.A confiabilidade é pré-requisito para um fluxo rápido. Se os equipamentos e pessoas não forem confiáveis não se consegue um fluxo rápido.
    - A flexibilidade é muito importante para que se consiga produzir em pequenos lotes, com fluxos rápidos e lead times curtos.

      O JIT existe: com uma filosofia de produção, como um conjunto de técnicas para gestão da produção.
      fonte: http://tecnico-emlogistica.blogspot.com.br/2013/03/just-in-time.html

      MERCOSUL: A União Econômica e Monetária



       

      A União Econômica e Monetária (UEM) constitui a etapa ou modelo mais avançado e complexo de um processo de integração. Ela está associada, em primeiro lugar, à existência de uma moeda única e uma política comum em matéria monetária conduzida por um Banco Central comunitário. A grande diferença em relação ao Mercado Comum está, além da moeda única, na existência de uma política macroeconômica, não mais "coordenada", mas "comum".


      O único exemplo de uma União Econômica e Monetária, ainda em processo de construção, é a União Européia. Em 1992, com a assinatura do Tratado de Maastricht, são definidos os pré-requisitos para a entrada dos países-membros da CEE na nova UEM: déficit público máximo de 3% do PIB; inflação baixa e controlada; dívida pública de, no máximo, 60% do PIB; moeda estável, dentro da banda de flutuação do Mecanismo Europeu de Câmbio, e; taxa de juro de longo prazo controlada. Em janeiro de 1999 é lançado o Euro, moeda única reconhecida por 11 dos 15 países membros da UE. A moeda será usada apenas em transações bancárias até 2002, ano em que passará a circular nos países que a adotarem, substituindo as moedas locais para fins de transações correntes, como compras e pagamentos. Foi criado, igualmente, um Banco Central Europeu, que está sediado na Alemanha.

      FONTE: http://www.classificadosmercosul.com.br/mercosul_info/mercosul03.htm

      MERCOSUL: O Mercado Comum



       

      Um quarto modelo ou etapa de integração é o chamado Mercado Comum, que tem a União Européia como principal modelo. A maior diferença entre o Mercado Comum e a União Aduaneira é que esta última regula apenas a livre circulação de mercadorias, enquanto o Mercado Comum prevê também a livre circulação dos demais fatores produtivos. A expressão "fatores produtivos" compreende dois grandes elementos: capital e trabalho. Da liberalização desses fatores decorre, por um lado, a livre circulação de pessoas (trabalhadores ou empresas) e, por outro, a livre circulação de capitais (investimentos, remessas de lucro, etc.).

      Do ponto de vista dos trabalhadores, a livre circulação implica a abolição de todas as barreiras fundadas na nacionalidade, mas também a instituição de uma verdadeira condição de igualdade de direitos em relação aos nacionais de um país. No que se refere ao capital, a condição de Mercado Comum supõe a adoção de critérios regionais que evitem restrições nos movimentos de capital em função de critérios de nacionalidade. Em tais situações, o capital de empresas oriundas de outros países do Mercado Comum não poderá ser tratado como "estrangeiro" no momento de sua entrada (investimento) ou saída (remessa de lucros ou dividendos).

      Além disso, o Mercado Comum pressupõe a coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais (definição de metas comuns em matéria de juros, fiscal, cambial, por exemplo);

      fonte: http://www.classificadosmercosul.com.br/mercosul_info/mercosul03.htm

      MERCOSUL: A União Aduaneira


       

      União Aduaneira (UA) corresponde a uma etapa ou modelo de integração econômica no qual os países membros de uma Zona de Livre Comércio adotam uma mesma tarifa às importações provenientes de mercados externos. À essa tarifa dá-se o nome de Tarifa Externa Comum (TEC). A aplicação da TEC redunda na criação de um território aduaneiro comum entre os sócios de uma UA, situação que torna necessário o estabelecimento de disciplinas comuns em matéria alfandegária e, em última análise, a adoção de políticas comerciais comuns.

      Muitos são hoje os exemplos de União Aduaneira. A União Européia era uma UA até a assinatura do Tratado de Maastricht, em 1992. A SACU, Southern African Customs Union, agrupamento que reúne vários países da África austral em torno da República Sul Africana, é o único exemplo de UA naquele continente. O Mercosul tornou-se, a partir de 1º de janeiro de 1995, o melhor exemplo de uma UA latino-americana.

      MERCOSUL: A Zona de Livre Comércio



       

      A segunda etapa (ou modelo) de integração é a Zona de Livre Comércio (ZLC), que consiste na eliminação de todas as barreiras tarifárias e não-tarifárias que incidem sobre o comércio dos países do grupo. Segundo as normas estabelecidas pelo General Agreement on Tariffs and Trade, GATT, acordo sobre comércio internacional que vem sendo negociado em rodadas sucessivas desde 1947, e que deu origem à Organização Mundial de Comércio, um acordo é considerado Zona de Livre Comércio quando abarca ao menos 80% dos bens comercializados entre os membros do grupo.

      Como a ZLC pressupõe a isenção de tarifas aos bens comercializados entre os sócios, torna-se imperativo determinar até que ponto determinado produto é originário de um país membro da ZLC ou foi importado de um terceiro mercado e está sendo reexportado para dentro da Zona. A determinação da "origem" de um produto dá-se através do Regime de Origem, mecanismo indispensável em qualquer acordo de livre comércio.

      O melhor exemplo de uma ZLC em funcionamento é o NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), firmado em 1994 entre os Estados Unidos, o Canadá e o México. A ALCA, Área de Livre Comércio das Américas, deverá resultar, uma vez concluídas as negociações para sua conformação, na maior ZLC do mundo, estendendo-se do Alasca à Patagônia e somando uma população de cerca de 780 milhões de pessoas e um PIB de 9,7 trilhões de dólares.

      FONTE: http://www.classificadosmercosul.com.br/mercosul_info/mercosul03.htm

      MERCOSUL: A Zona de Preferências Tarifárias


      A Zona de Preferências Tarifárias, etapa mais incipiente de integração econômica, consiste na adoção recíproca, entre dois ou mais países, de níveis tarifários preferenciais. Ou seja: as tarifas incidentes sobre o comércio entre os países membros do grupo são inferiores às tarifas cobradas de países não-membros. À diferença entre as tarifas acordadas e aquelas aplicadas ao comércio com terceiros mercados dá-se o nome de margem de preferência. Arranjos dessa natureza constituem, em geral, etapas preliminares na negociação de Zonas de Livre Comércio. Exemplos significativos de Zonas de Preferências Tarifárias são muitos dos acordos celebrados no marco da ALADI, Associação Latino Americana de Integração.

      MERCOSUL: O que é integração econômica?


      O conceito de "integração econômica" é recente, passando a ser utilizado em seu sentido atual após a segunda guerra mundial. Mola propulsora do MERCOSUL, ele se insere perfeitamente no atual cenário econômico mundial, marcado por suas correntes complementares de multilateralização das relações comerciais e de regionalização econômica. A integração é fenômeno comum no mundo deste final de século. Quase todas as grandes economias mundiais encontram-se, de alguma forma, envolvidas em processos de integração econômica. Estados Unidos (NAFTA), Europa (União Européia), América latina (Pacto Andino e MERCOSUL), Ásia (Cer,) e África (Sadec) - a integração está por toda a parte.

      Mas, o que significa exatamente "integração"? Os processos de integração econômica são conjuntos de medidas de caráter econômico e comercial que têm por objetivo promover a aproximação e, eventualmente, a união entre as economias de dois ou mais países. Essas medidas concentram-se, em um primeiro momento, na diminuição ou mesmo eliminação de Barreiras Tarifárias e Não Tarifárias que constrangem o comércio de bens entre esses países. Uma etapa mais adiantada de integração exigirá esforço adicional, podendo envolver a definição de uma Tarifa Externa Comum, ou seja, uma tarifa a ser aplicada por todos os sócios ao comércio de bens com terceiros mercados. Associado a esse exercício, impõe-se o estabelecimento de um Regime de Origem, mecanismo pelo qual se determina se um produto é originário da região (fazendo jus às vantagens comerciais próprias a um esquema de integração) ou não. Avançando ainda mais, chegamos a arranjos adiantados de integração que admitem a liberalização do comércio de serviços e a livre circulação dos fatores de produção (capital e trabalho), e exigem a Coordenação de Políticas Macroeconômicas e até mesmo a coordenação de políticas fiscais e cambiais. Em grau extremo, a integração econômica pode levar, inclusive, à adoção de uma moeda única.

      Como quer que se desenhem, os modelos de integração baseiam-se, fundamentalmente, na vontade dos Estados de obter, através de sua adoção, vantagens econômicas que se definirão, entre outros aspectos, em termos de: (1) aumento geral da produção, através de um melhor aproveitamento de economias de escala; (2) aumento da produtividade, através da exploração de vantagens comparativas entre sócios de um mesmo bloco econômico, e; (3) estímulo à eficiência, através do aumento da concorrência interna.

      De acordo com a teoria do comércio internacional, consideram-se quatro as situações clássicas de integração econômica: Zona de Preferências Tarifárias, Zona de Livre Comércio, União Aduaneira, Mercado Comum. Um quinto modelo, inédito até recentemente, é constituído pela União Econômica e Monetária.

      FONTE: http://www.classificadosmercosul.com.br/mercosul_info/mercosul03.htm

      O Mercosul Comercial

      O Mercosul é, antes de mais nada, um projeto comercial. O Tratado de Assunção, que dá vida ao Mercosul, estabelece os primeiros compromissos de natureza comercial entre os sócios. Nele são definidos os pilares básicos do projeto de criação de um Mercado Comum entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A fim de contribuir para uma melhor compreensão do que representa esse ambicioso projeto, oferecemos, nesta página, informações resumidas sobre os objetivos do Mercosul, além de um resumo com as principais características dos diferentes tipos ou etapas de integração econômica e um glossário contendo termos comerciais de uso corrente.

      fonte: http://www.classificadosmercosul.com.br/mercosul_info/mercosul03.htm

      Benefícios a serem Alcançados através da agilização e modernização aos terminais

      As principais contribuições da TI para a logística são as seguintes:
      • contribuição para a redução de custos na gestão do ciclo de fluxos de materiais;
      • otimização dos recursos físicos alocados em toda a cadeia de suprimentos. Dessa forma, a TI forma um banco de dados necessário e implementa as ferramentas de suporte à decisão para gerenciar recursos e usá-lo com a máxima eficiência;
      • transferência de informações entre diferentes elos da cadeia logística (fabricantes, distribuidores, clientes, provedores de serviços logísticos e transportadores);
      • acompanhamento do desempenho operacional. A TI fornece informações de retorno úteis para o controle de desempenho logístico e também para indicadores logísticos;
      • fornecer ferramentas de tomada de decisão para a gerência.
      • melhoria no nível de serviço como resultado de informações mais freqüentes, sincronizadas e confiáveis.
      Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA04sAB/tecnologia-informacao-ti-aplicada-a-logistica

      Sistema de Gerenciamento de Transportes (TMS)


      O TMS (Transportation Management System), ou Sistema de Gerenciamento de Transportes, auxilia no planejamento, execução, monitoramento e controle das atividades relativas a transporte. As principais funcionalidades do TMS, podem ser divididas em quatro grupos:
      • gestão da expedição de cargas: rastreabilidade das informações e a emissão do romaneio de carga com as notas fiscais que serão expedidas, com opções de consulta para facilitar a montagem dos embarques;
      • planejamento e programação dos fretes: controle e monitoramento dos fretes contratados pela empresa embarcadora, auxiliando nas operações decorrentes do frete previsto e realizado de matérias-primas, componentes, bens, materiais, embalagens e produtos acabados. Conferência automática, apontando as divergências entre o valor negociado e o valor cobrado pelo parceiro de transporte;
      • ocorrências em transporte: registro, controle e monitoramento das ocorrências (roubo, avarias, reentrega, devolução e outras) durante o trajeto da carga, auxiliando nas operações decorrentes e na escolha das próximas ações, como o pagamento de diárias
      • controle formal das negociações entre a empresa embarcadora e os terceiros (também chamados de carreteiros e agregados) contratados para realizar o transporte, bem como gerenciamento de contratos emitidos para pagamento.
      Os principais benefícios proporcionados pelo TMS são:
      • redução nos custos de transportes e melhoria do nível de serviço;
      • melhor utilização dos recursos de transportes;
      • melhoria na consolidação de cargas e definição de rotas;
      • menor tempo necessário para planejar a distribuição e a montagem de cargas;
      • disponibilidade de dados atualizados dos custos de frete por cliente, por produto, etc;
      • acompanhamento da evolução dos custos com transportes;
      • disponibilidade de informações online;
      • suporte de indicadores de desempenho para aferir a gestão de transportes.
      Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA04sAB/tecnologia-informacao-ti-aplicada-a-logistica

      Sistema de Gerenciamento de Armazéns (WMS)


      O WMS (Warehouse Management System), ou Sistema de Gerenciamento de Armazéns, é responsável pelo gerenciamento das funções básicas do processo de armazenagem (receber; estocar; e separar), integrando umsoftware com, entre outras, tecnologias de leitura de código de barras e rádio freqüência. Otimiza as atividades operacionais (fluxo de materiais) e administrativas (fluxo de informações) ocasionando redução de custos, melhoria no nível de serviço e nos indicadores de desempenho. Também pode se integrar à sistemas de clientes e fornecedores
      Segundo Banzato (1998), o WMS possui diversas funções para apoiar a estratégia de logística operacional direta de uma empresa, entre elas: programação e entrada de pedidos; planejamento e alocação de recursos; portaria; recebimento; inspeção; definição de endereçamento dos produtos; estocagem; separação de pedidos (picking); embalagem; carregamento; expedição; emissão de documentos; inventário; definição e controle de rotas de coleta.
      Banzato (1998), elaborou uma lista de outros recursos de TI voltados à armazenagem: DRP (Distribution Requirements Planning), Planejamento das Necessidades de Distribuição; EDI (Eletronic Data Interchange), Intercâmbio Eletrônico de Dados; Código de Barras; RFID (Radio-Frequency Identification), Identificação por Rádio Freqüência).
      Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA04sAB/tecnologia-informacao-ti-aplicada-a-logistica

      Sistema de Gerenciamento de Estoques (MES)

      O MES (Manufacturing Execution System) é um sistema de gerenciamento da produção, organizado em cinco módulos: ReadyExecuteProcessAnalyse; e Coordinate. A integração de operações com o estoque, com o sistema ERP (Enterprise Resources Planning) e outras áreas da empresa (como manutenção) é feita pelo módulo Coordinate(SOUZA, 2005, p.15).
      Funcionalidades: coleta e armazenamento de informações; monitoramento dos recursos da produção (pessoas, equipamentos); análise de desempenho local e global, rastreabilidade de produtos; controle de documentação; inventários e ajustes automáticos; monitoramento de quebras e reduções de ritmo; controle de fluxo de materiais; monitoramento da qualidade dos produtos e processos de fabricação; baixas automáticas de matérias primas; fornecer informações e subsidiar diversos processos de planejamento, programação e gestão na cadeia de abastecimento (VIEIRA, 200?).
      Um sistema exclusivamente para gerenciamento de estoques é o IMS (Inventory Management System), Sistema de Gerenciamento de Inventário, que desempenha diversas atividades, das quais destacam-se as operações de estoque, gestão do inventário e controle de perdas e avarias (RICARTE, 2005, p. 67-68).
      Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA04sAB/tecnologia-informacao-ti-aplicada-a-logistica

      Equipamentos Modernos que auxiliam no Sistema Logístico

      O termo Tecnologia da Informação (TI) serve para designar o conjunto de recursos tecnológicos (hardwares, seus dispositivos e periféricos; softwares e seus recursos; rede de telecomunicação; sistemas de gerenciamento de dados e informações) utilizados para dar suporte para a geração e uso da informação.
      O termo hardware passa essencialmente pelo conceito de equipamento, isto é, computadores e periféricos, e softwaressão os programas utilizados pelos computadores para executar suas funções. Alguns hardwares utilizados em atividades logísticas são:
      • códigos de barra, tecnologia de colocação de códigos legíveis por computador em itens, meio eficaz de identificar produtos mediante a conversão pelo computador da leitura feita por um sensor. Segundo Gonçalves (2007, p. 336), o código de barras é uma das mais importantes aplicações de hardwares na Logística, já que simplifica a entrada de dados nos sistemas informatizados e, conseqüentemente, facilita as operações nos pontos de vendas, despacho e recebimento de cargas;
      • EPC (Eletronic Product Code),são etiquetas eletrônicas que servem como identificação por rádio freqüência, tecnologia bastante utilizada em itens de maior valor agregado;
      • coletores de dados, amplamente utilizados no varejo, seja na entrada, na movimentação e na saída de produtos, contagem de estoque e inventários;
      • sistemas de rádio freqüência (são constituídos de coletores de dados operados a distância);
      • GPS (Global Positioning Systems), sistema de posicionamento global que possibilita ao usuário determinar sua posição tridimensional em qualquer lugar da Terra, utilizado para rastreamento de frotas.
      Patterson et al. (2003), citado por Bandeira e Maçada (2008, p. 290), apontam 18 aplicações de TI na Logística. A tabela apresentada a seguir mostra a descrição e respectivas aplicações de diversos softwareshardwares e Sistemas de Gerenciamento. A integração de softwareshardwares e equipamentos periféricos resulta nos chamados Sistemas de Gerenciamento.
      Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA04sAB/tecnologia-informacao-ti-aplicada-a-logistica

      Linha Azul: Como se habilitar

      Como se habilitar
      O primeiro passo para se habilitar ao regime é ler as informações constantes da Instrução Normativa SRF nº 476/2004 e avaliar se a Linha Azul se aplica à empresa e as suas operações comerciais. É importante também a leitura atenta do Ato Declatório Executivo Coana nº 34/2009.
      Se, após a leitura dessa legislação, permanecer o interesse em se habilitar a operar na Linha Azul, a empresa deverá:
      • providenciar a regularização de eventuais pendências junto aos órgãos competentes ou termo de compromisso e cronograma de regularização, se for o caso;
      • elaborar relatório de auditoria que avalize que os controles internos da empresa garantem o cumprimento regular de suas obrigações cadastrais, documentais, tributárias e aduaneiras;
      • protocolar requerimento de habilitação à Linha Azul na unidade da RFB com jurisdição, para fins de fiscalização dos tributos incidentes no comércio exterior, sobre o domicílio da matriz da pessoa jurídica requerente, acompanhado dos documentos e informações exigidos.
      Manutenção do Regime
      A empresa habilitada à Linha Azul será submetida a monitoramento regular do cumprimento de suas obrigações tributárias e aduaneiras. Ela deverá manter, permanentemente, as condições de habilitação ao regime e, entre outros, garantir o acesso direto e irrestrito da fiscalização aos seus sistemas informatizados de controle.
      A cada dois anos, a empresa deverá providenciar nova auditoria que demonstre a manutenção da qualidade de seus controles internos.
      Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/linhaazul/OrientGerais.htm 

      Quais são os benefícios de se habilitar na Linha Azul?


      Para os importadores:
      • Cargas submetidas a tratamento de "armazenamento prioritário" ou "carga não destinada a armazenamento", dependendo da unidade de desembaraço da mercadoria;
      • Cargas desembaraçadas para trânsito, consumo ou admissão em regimes aduaneiros com o mínimo de intervenção da fiscalização aduaneira e em caráter prioritário;
      • Conferência aduaneira das cargas selecionadas realizada em caráter prioritário.
      Para os exportadores:
      • Cargas desembaraçadas para embarque ao exterior ou para trânsito – inclusive nos despachos realizados em recinto não alfandegado – com o mínimo de intervenção da fiscalização aduaneira e em caráter prioritário;
      • Conferência aduaneira das cargas selecionadas realizada em caráter prioritário.

      Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/linhaazul/OrientGerais.htm

      O que é a Linha Azul?


      A Linha Azul é um regime aduaneiro que, sem comprometer os controles, permite as empresas industriais conduzir suas atividades empresariais de maneira mais eficiente e eficaz. Ela também reflete a estratégia da administração aduaneira de promover o cumprimento voluntário da legislação afeta ao comércio exterior..
      As empresas que atendem os requisitos necessários e se habilitam voluntariamente a operar na Linha Azul têm as suas operações de importação, exportação e trânsito aduaneiro direcionadas, preferencialmente, para o canal verde de verificação e tratamento de despacho aduaneiro expresso.
      A habilitação prévia e voluntária de empresas a operar na Linha Azul garante mais e melhores controles, na medida em que elas se obrigam a demonstrar a qualidade dos seus controles internos, a garantir o cumprimento das suas obrigações aduaneiras, tributárias, documentais e cadastrais e, ainda, permitir o seu monitoramento permanente por parte da fiscalização aduaneira.
      O regime introduz não só uma nova abordagem no gerenciamento do cumprimento voluntário da legislação, mas também uma maneira mais eficiente e eficaz no relacionamento da Aduana com os exportadores e importadores que demonstram sua capacidade de prover a administração tributária com informações precisas e oportunas e sejam avaliadas como de baixo risco para o controle aduaneiro.
      Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/linhaazul/OrientGerais.htm

      Linha Azul

      A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) é responsável pelo controle aduaneiro, para fins de cumprimento da legislação tributária, administrativa e cambial; bem como para garantir a atuação das autoridades de controle sanitário, ambiental e de segurança pública e, ainda, o adequado transporte e armazenagem de mercadorias no comércio exterior.
      A atuação da RFB no controle aduaneiro visa a garantir a segurança da economia e da sociedade brasileira, assim como um comércio internacional seguro, legítimo e confiável. Tudo isso, de maneira racional, transparente e eficiente, conciliando a segurança do comércio internacional com a facilitação comercial.
      No exercício desse papel, a RFB reconhece que os exportadores e/ou importadores atuam com volumes e valores distintos, bem como com diferentes padrões de tecnologia da informação e sistemas de segurança. Tais diferenças resultam por influenciar no cumprimento da legislação tributária aduaneira. A Linha Azul, ou Despacho Aduaneiro Expresso, foi idealizada para os exportadores e/ou importadores que demonstrem atender a requisitos mínimos de operação no comércio exterior, de organização e de confiabilidade para o controle aduaneiro.
      O regime segue a orientação internacional de Operadores Econômicos Autorizados (OEA), ou seja, de credenciamento de operadores legítimos e confiáveis para operar no comércio exterior com menores entraves nas suas transações de comércio exterior.
      A filosofia por trás da Linha Azul é buscar maximizar o aproveitamento dos recursos limitados da Administração Pública em oposição ao crescente volume de comércio exterior. Com esse intuito, a administração aduaneira necessita criar um sistema que premie o cumprimento voluntário da legislação aduaneira e a busca da excelência no trato com a Administração Pública, de forma que a Aduana possa liberar recursos a serem alocados em áreas e operações de maior risco.
      Ademais, a agilização nos procedimentos aduaneiros possibilita que os exportadores e importadores reduzam seus custos com logística e estoques e, conseqüentemente, se tornem mais competitivos no mercado global.
      A Linha Azul foi recentemente reformulada como resultado de um grupo de trabalho formado em 2004 pela Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana).
      Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/linhaazul/OrientGerais.htm

      SISTEMA JIT APLICADO NA LOGÍSTICA



      Em seu conceito mais simplista, just-in-time significa produzir, com qualidade, bens e serviços, exatamente no momento em que são necessários, não gerando estoques causados pela produção antes do momento certo e nem atrasos, para não comprometer os prazos de entrega e a imagem da empresa. “O JIT visa atender à demanda instantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios”(1991).
      Outros vários termos são empregados para descrever o JIT: manufatura enxuta, manufatura de fluxo contínuo, produção sem estoques etc. O fato é que a implantação do JIT nas empresas não se limita só à área da produção. Ele altera os padrões tradicionais da produção, necessitando do envolvimento de todos os agentes e departamentos da empresa.
      No modelo tradicional de produção, cada estágio do processo produtivo envia os componentes que produz para um estoque, o que isola esse estágio do seguinte. Normalmente, isso ocorre porque os ritmos de produção de cada estágio não são exatamente os mesmos, fazendo com que o processo todo não tenha um único ciclo.
      Não é incomum que alguns setores da produção trabalhem dois turnos para alimentar um outro setor que trabalha em turno único. Isso, logicamente, implica estoques diários e constantes. Abaixo seguem dois esquemas que apresentam as diferenças entre a abordagem JIT e a tradicional.
      A principal diferença entre esses dois processos é que, no modelo tradicional, um problema que interrompe a produção no estágio A tem seu efeito amortecido pelo estoque a sua frente. Na abordagem JIT, um problema no estágio A, que cause a parada da produção, será sentido, de imediato, no estágio B e muito rapidamente no estágio C. Dessa forma, as linhas de produção têm que passar por manutenções preventivas constantemente. (Ver adendo sobre manutenção no final desta aula.).
      A abordagem JIT requer alto desempenho de todos os elementos e componentes da produção e da empresa.
      - A qualidade deve ser alta. Problemas na produção causados por erros reduzem o fluxo de materiais e a confiabilidade interna, além de gerar estoques, caso esses erros reduzam a produtividade ou o ritmo dos trabalhos.
        - A velocidade do fluxo de material deve ser alta, pois os lead times (período de tempo desde o pedido do cliente até a data da entrega do produto) são curtos devido à eliminação dos estoques.A confiabilidade é pré-requisito para um fluxo rápido. Se os equipamentos e pessoas não forem confiáveis não se consegue um fluxo rápido.
        - A flexibilidade é muito importante para que se consiga produzir em pequenos lotes, com fluxos rápidos e lead times curtos.
          O JIT existe: com uma filosofia de produção, como um conjunto de técnicas para gestão da produção.
          Uma filosofia de produção:
          O JIT é uma expressão ocidental para uma série de técnicas desenvolvidas pelos japoneses com o intuito de fazer bem as tarefas, fazer cada vez melhor e eliminar todos os desperdícios em cada passo do processo. Surgiu no Japão, na Toyota Motor Company, durante a crise do petróleo, no início dos anos 70, quando a filosofia era “dê importância a cada grão de arroz”, criada em um país super povoado e com escassez de recursos.
          Eliminação de desperdícios:
          Desperdício pode ser qualquer atividade que não agrega valor na produção. Na Toyota, foram observados sete tipos de desperdícios:
          1. Superprodução. Não produzir além do necessário, isto é, produzir somente no momento certo.
          2. Tempo de espera. A diminuição desses tempos reduz estoques e manuseios que representam custos significativos.
          3. Transporte. Os transportes representam, também, manuseio e estoque em trânsito, duas formas de custo que não agregam valor.
          4. Processo. Projetos imperfeitos podem gerar operações desnecessárias.
          5. Estoques. Representam altos custos e somente são eliminados se detectadas suas causas.
          6. Movimentação. Assim como os transportes, pode gerar manuseio e estoque em trânsito.
          7. Produtos defeituosos. Refugos, sucatas e re-trabalhos são falhas na qualidade simplesmente inaceitáveis no JIT.
          Envolvimento de todos:
          Visto como um “sistema total”, a filosofia JIT define diretrizes que envolvem todos os funcionários e processos na organização. Passa a ser uma cultura organizacional voltada para a “Qualidade Total”.
          Aprimoramento contínuo:
          A palavra japonesa para aprimoramento contínuo é kaizen. As empresas estabelecem metas cada vez mais ambiciosas no que diz respeito a resultados qualitativos, impedindo a acomodação dos funcionários na busca dos objetivos ideais da organização.
          TÉCNICAS JIT:
          A força motriz do JIT é seu conjunto de técnicas que representam os meios para evitar desperdícios. Resumidamente, são elas:
          Práticas básicas de trabalho:
          Preparação básica para a organização e seus funcionários, conforme esquema a seguir.
          Projeto para manufatura:
          O aprimoramento dos projetos pode reduzir, drasticamente, os custos de produção, isto é, os projetos devem considerar não só o produto, mas o processo de fabricação.
          Foco na operação:
          A simplicidade, a repetição e a experiência trazem a competência.
          Máquinas simples e pequenas:
          Várias máquinas pequenas no lugar de uma única grande. Isso gera também flexibilidade e tira a dependência total da máquina grande.
          Arranjo físico e fluxos:
          Já vimos na aula número 5. Posicionar os postos de trabalho próximos uns aos outros e na seqüência das operações. Racionalidade das operações de movimentação e bom senso.
          Manutenção produtiva total (TPM):
          Eliminação da variabilidade em processos, causadas por falhas ou quebras. Envolvimento de todos os funcionários no zelo e manutenção dos equipamentos, máquinas e ferramentas utilizadas no processo de produção. (Ver adendo sobre manutenção no final dessa aula.)
          Redução dos tempos:
          A troca dos itens a serem fabricados deve ser a mais barata possível, em relação a tempo e alterações nos equipamentos envolvidos. Compare o tempo que levamos para trocar um pneu de carro com o tempo que leva uma equipe Fórmula 1. O projeto dos dispositivos envolvidos na troca na Fórmula 1 foi desenvolvido com o foco na operação.
          Envolvimento total das pessoas:
          Os funcionários devem ser treinados, capacitados e motivados a assumirem total responsabilidade sob todos os aspectos de seu trabalho. Eles poderão se envolver na seleção de novos funcionários, na negociação com os fornecedores e clientes, na avaliação do desempenho das equipes e melhorias, no planejamento e revisão dos trabalhos e na elaboração do orçamento das melhorias.
          Visibilidade:
          Os funcionários devem ser informados, explicitamente, dos projetos de melhoria da qualidade, novos processos, produtos, operações etc. As medidas de visibilidade poderão envolver:
          • Painéis, exibindo as melhorias de desempenho nos locais de trabalho.
          • Sinais luminosos e sonoros de alerta.
          • Gráficos de desempenho.
          • Locais onde são expostos produtos dos concorrentes e produtos próprios com seus defeitos, quando existirem.
          Fornecimento JIT:
          Os fornecedores (terceirizados) serão partes integrantes do JIT. Deverão disponibilizar seus produtos no exato momento em que forem necessários, no exato significado da parceria.
          O Planejamento e controle JIT envolve uma técnica conhecida como kanban. Essa palavra japonesa significa cartão ou sinal. É um método que controla a transferência de materiais de um estágio para outro na produção. Em uma forma simples e voltando ao exemplo dos nossos estágios do início da aula, quando o estágio B (cliente do estágio A) precisa de materiais para processar, ele sinaliza com cartões. Diferentes cores podem representar diferentes níveis de urgência ou produtos.
          Ele é subdividido em:
          • Kanban de transporte – avisa o estágio anterior que os materiais já podem ser retirados.
          • Kanban de produção – sinaliza que um item pode começar a ser produzido para estoque ou para ser enviado aos estágios seguintes.
          • Kanban de fornecedor – sinaliza um fornecedor que é necessário enviar material ou componente para um estágio na produção.
          O principal objetivo da produção JIT é atender a demanda instantaneamente, com qualidade e sem desperdícios, e sua justificativa central é que os baixos níveis de estoque por ele gerados economizam investimentos e geram um impacto significativo na habilidade da produção em aprimorar sua própria eficiência. O sistema JIT trabalha, também, em perfeita sintonia como MRP I e II.
          Existem três tipos de manutenção:
          1. Manutenção corretiva, Como o próprio nome diz, esse tipo de manutenção ocorre no momento de uma quebra ou de uma falha. Na nossa casa, acontece quando o televisor apresenta um defeito e nós chamamos um técnico. Nos automóveis, só trocamos as lâmpadas dos faróis quando elas se queimam.
          2. Manutenção preventiva, É feita antes de o equipamento apresentar defeito.
          Visa eliminar ou reduzir a probabilidade de paradas nos equipamentos. É o que se faz nos aviões, ou o que fazemos quando trocamos o óleo do automóvel.
          3. Manutenção preditiva, É feita antes da parada do equipamento, quando este sinaliza um possível problema. Quando começa a aparecer uma vibração anormal no equipamento é sinal de que algum problema poderá aparecer. Quando o pneu do automóvel faz o volante vibrar, percebemos que algo não está normal.
          Autor: Francimar Germano

          Postergação de Produção:
          Meta: Manter os produtos em um estado neutro ou descompromissado durante o maior tempo possível.
          Aplicação ideal: Fabricar um produto básico ou padrão em quantidades suficientes para realizar economias de escala e adiar o acabamento de aspectos específicos, até o recebimento dos pedidos dos clientes.
          Vantagens
          - Espera maior capacidade de resposta sem sacrificar a eficiência;
          - Flexibilidade para atender o cliente;
          - Atender somente após o compromisso de compra;
          - Uso da tecnologia para ficar livre da dependência das previsões de venda
          - Diminuir o número de produtos personalizados acabados;
          - Instalações logísticas (acabamento de produto);
          Desvantagens
          - Perda da economia de escala. Seria uma vantagem se a diferença entre a perda dela e o ganho com a racionalização de despesas fosse pequena;
          - Tecnologia inadequada pode gerar problemas com o produto final na fabricação ou entrega na data.
          Postergação de Logística:
          Meta: Manter um estoque antecipado da linha completa em apenas um ou alguns locais estratégicos.
          O destino final do estoque é postergado até o recebimento dos pedidos dos clientes uma vez iniciado o processo logístico, todos os esforços são feitos para mover produtos diretamente para os clientes o mais rapidamente possível.
          Vantagens
          - Melhor desempenho logístico reduz dependência de estoque de segurança;
          - Valor do tempo / encurtar o processo acelera a rotação do estoque;
          - Melhores previsões devido à redução de incertezas;
          - Desconto e ganho com aplicação de recurso / estoque grátis;
          - Desempenho em “tempo hábil” e “redução de custos”: postergação e consolidação;
          Desvantagens
          - Necessidade de alta tecnologia.


          Fonte:http://pt.shvoong.com/business-management/1931527-estrat%C3%A9gia-posterga%C3%A7%C3%A3o/#ixzz2OKoKJK31